Notícias do setor
Economia
Jurídico
Tecnologia
Marketing
Bebidas
Carnes / Peixes
Notícias Abras
Geral
Redes de Supermercados
Sustentabilidade
 
Você está em:
  • Notícias do setor »
  • Economia

Notícias do setor - Clipping dos principais jornais e revistas do Brasil

RSS Economia

27/06/2019 12:16 - Governo central tem déficit primário de R$14,740 bi em maio

O governo central, formado por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registrou um déficit primário de 14,740 bilhões de reais em maio, divulgou o Tesouro nesta quarta-feira.

 

O dado veio acima da projeção de analistas de um déficit de 13,7 bilhões de reais, segundo pesquisa Reuters.

 

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o déficit é de 17,494 bilhões de reais e, em 12 meses, de 125,2 bilhões de reais. A meta do governo para 2019 é um rombo de 139 bilhões de reais.

 

O déficit de maio representou uma expansão real de 27,7% sobre o obtido em no mesmo mês do ano passado, quando o resultado ficou no vermelho em 15,213 bilhões de reais

 

Em nota, o Tesouro afirmou que o resultado foi motivado pelo “movimento sazonal de transferência da maior arrecadação de IRPJ/CSLL e partcipações epeciais da exploração de recursos naturais em abril”.

 

Em maio, a receita líquida teve queda real de 1,2% na comparação anual, a 90,793 bilhões de reais.

 

As despesas também recuaram, em 1,4%, para 105,533 bilhões de reais, com redução dos gastos com abono e seguro desemprego e nas chamadas despesas discricionárias, sobre as quais o governo tem controle de execução.

 

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o déficit é 9,3% maior do que o registrado em igual período de 2018, já descontada a inflação.

 

EMPOÇAMENTO

 

Mesmo com o déficit no mês, o Tesouro informou que 13,9 bilhões de reais ficaram “empoçados” nos ministérios, ou seja, não foram gastos. Esse movimento é explicado pela alta “rigidez alocativa” segundo o Tesouro. O Ministério da Saúde, sozinho, teve 3,6 bilhões de reais empoçados em maio.

 

DÍVIDA PÚBLICA

 

O Tesouro Nacional também apresentou projeções para a dívida pública federal ao longo dos próximos anos. Segundo a apresentação, a trajetória de crescimento da dívida, iniciada em 2014, seria revertida em 2022 após atingir pico de 82,2% do PIB.

 

O cenário considerado para a estimativa leva em conta a permanência do teto dos gastos e a geração de superávits primários a partir de 2023.

 

Levando em conta os impactos das devoluções de recursos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já efetuadas, a dívida alcança o patamar de 71,6% do PIB em 2028. Sem a devolução, o valor seria de 81% do PIB.

 

Até maio de 2019, já foram devolvidos aos cofres públicos 339 bilhões de reais.

 

O Tesouro ressalta ainda que, apesar da ajuda desse movimento do BNDES, a mudança da dinâmica da dívida depende “fudamentalmente” de esforço fiscal.

 

Sendo assim, estima que seria preciso um esforço de primário adicional de 2,37% entre 2020 e 2028 para que a dívida alcançasse o nível de 50%, patamar de “países com grau de investimento”, segundo a nota divulgada.

 

Fonte: Reuters

 

Enviar para um amigo
Envie para um amigo
[x]
Seu nome:
E-mail:
Nome do amigo:
E-mail do amigo:
Comentário
 

 

Veja mais >>>

22/01/2020 12:48 - Comércio cresce 2% em 2019 e vendas do Natal registraram alta de 4,1%, diz Serasa
21/01/2020 12:46 - Economia avança 0,3% em novembro, diz monitor do PIB da FGV
21/01/2020 12:41 - Boa Vista: índice do movimento do varejo sobe 1,7% em 2019, mas cai em dezembro
20/01/2020 16:00 - Consumidor deve pagar a conta da alta da tabela do frete
20/01/2020 13:15 - Durante verão, brasileiro gasta 60% mais com consumo de cerveja fora do lar
20/01/2020 10:28 - Mercado reduz estimativa de inflação em 2020 e vê alta maior do PIB
17/01/2020 12:51 - São Paulo terá semana de descontos
16/01/2020 12:12 - 'Prévia' do PIB do BC registra alta de 0,18% em novembro
15/01/2020 15:37 - Com carnes, inflação dos mais pobres sobe bem mais do que a dos ricos, diz Ipea
15/01/2020 13:10 - “O crescimento da indústria é forte e pode superar o aumento do PIB”, aponta FIESP

Veja mais >>>