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...3, 2, 1 para a retomada do emprego 18/12/2017 16:44:11

 

Por Clarice Dias Silveira 

 


Mês de setembro foi marcado por números positivos para a economia brasileira. 

A indústria registrou leve crescimento e as vendas reais do autosserviço também avançaram. Outra bem-vinda notícia vem da geração de postos de trabalho


Pelo sexto mês consecutivo, o saldo do emprego computado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), resultou num saldo positivo. Em setembro de 2017, foram criados 34.392 postos de trabalho, o primeiro saldo positivo para o mês de setembro desde 2014, quando o saldo foi de 123.785. Destes 34.392 postos de trabalho, 15.040 foram criados no comércio; dentro deste número, destacamos 13.174 postos para o comércio varejista.


Corroborando os números do Caged, a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (PNAD-IBGE), apresentou ligeira queda na taxa de desemprego no trimestre que compreende os meses de julho, agosto e setembro. Foi registrada taxa de desocupação de 12,4%, menos 0,6 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior (abril, maio e junho), quando a taxa foi de 13%.


O segmento de supermercados, com a chegada das tradicionais festas de final de ano, contribuirá, para o número de empregos nos próximos meses, com a contratação de profissionais temporários. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima-se que, nos híperes e supermercados brasileiros, para o período de fim de ano, serão contratados 10,4 mil trabalhadores temporários.


Diante desses dados, é possível dizer que a retomada da atividade econômica tem ganhado força no decorrer dos meses e o crescimento da geração de empregos atesta a tendência. Afinal, se há emprego, há produção; se há produção no mercado, aliada ao emprego, há consumo e, se há consumo, a economia gira.


Por falar em produção, reforçando o raciocínio do parágrafo anterior, a indústria nacional registrou crescimento de 0,2% em setembro de 2017, na comparação com agosto, segundo Pesquisa Industrial Mensal (PIM-IBGE). Em relação a setembro de 2016, o crescimento é ainda maior: 2,6%.


No acumulado do ano (janeiro a setembro de 2017), é de 1,6%, e, nos últimos 12 meses, 0,4%. Dentre os setores pesquisados, destaque para a influência positiva da indústria de produtos alimentícios, que apresentou crescimento de 4,1%. Com a chegada das festas de final de ano somada à política econômica adotada pelo atual governo, baseada em inflação baixa e cortes na taxa básica de juros, o que está se refletindo na retomada do emprego e do consumo, a tendência é que as vendas cresçam no período.


Apesar dos dois últimos anos recessivos e de um conturbado 2017, o brasileiro está mais otimista e confiante. Após tantas dificuldades, o Brasil está saindo do fundo do poço.



 

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