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E a economia flui... 14/11/2017 17:39:22


Por Clarice Dias Silveira 

 

No 1º trimestre, o PIB brasileiro registrou crescimento de 1% comparado com o 4o trimestre de 2016. O consumo das famílias avançou 1,4% no segundo trimestre, o primeiro resultado positivo desde o 4º trimestre de 2014


A passos lentos, mas caminhando rumo ao crescimento e à estabilidade, a economia brasileira vem se reaquecendo e o brasileiro está mais otimista quanto ao fim da crise, após dois anos de dificuldades e recessão. Pelo 2o trimestre consecutivo (abril a junho de 2017), o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos num País ou região, apresentou um ligeiro crescimento, comparando com o 1o trimestre (janeiro a março de 2017), de 0,2%.


No 1o trimestre, o PIB brasileiro registrou crescimento de 1%, comparado com o 4o trimestre de 2016. O consumo das famílias avançou 1,4% no segundo trimestre, o primeiro resultado positivo desde o 4o trimestre de 2014. O resultado traz certo otimismo e faz repensar uma frase do filósofo e economista Adam Smith, que diz: “O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção”.


A retomada da economia está sendo possível devido ao crescimento do consumo. A rápida queda da inflação elevou o poder de compra da população, que por sua vez está retornando ao mercado de trabalho e, consequentemente, voltando a ter renda e mais poder de compra. No trimestre que compreende os meses de junho a agosto de 2017, a taxa de desocupação, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou em 12,6%, registrando uma queda de 0,7 p.p. comparando com o trimestre de março a maio do mesmo ano, quando a taxa foi de 13,3%.


Em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram gerados 35.457 postos de trabalho, dos quais, 9.236 foram criados no comércio varejista e 1.485 no comércio atacadista, totalizando 10.721 novos empregos no comércio. O setor de serviço, importante na composição do PIB e que abriga o segmento de comércio, apresentou crescimento de 0,6% neste 2º trimestre.

 

O Comércio, especificamente, registrou elevação de 1,9%. Este cenário de recuperação econômica também é possível em virtude da determinação do País em empreender política monetária capaz de manter a inflação abaixo do centro da meta. As projeções do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil (BC), indicam uma inflação sob controle e uma taxa de juros inferior à do inicio do ano.

 

Vale lembrar que a taxa Selic, em janeiro de 2017, era de 10,25% a.a (ao ano), e, atualmente, está em 7% a.a. A previsão é de que ela permaneça neste patamar ao longo de 2018. Ao que tudo indica, então, a tempestade já passou, o povo brasileiro já pode dar um suspiro e respirar um pouco mais tranquilo.

 



 

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