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12/12/2018 12:46 - Sem reforma da Previdência, impostos tendem a aumentar, diz ministro

Rio — Eduardo Guardia, o atual ministro da Fazenda, indicou que a aprovação do texto sobre a reforma da Previdência deve ser uma prioridade no próximo governo. Para ele, caso não haja nenhuma mudança no sistema previdenciário já no início de 2019, uma das alternativas para sanar o atual problema fiscal do país será o aumento de impostos.

 

— Sem a aprovação da reforma, a pergunta que deverá ser feita no próximo governo é a seguinte: que impostos vamos aumentar para resolver o problema fiscal? — indicou o ministro, em entrevista à Rádio CBN nesta terça-feira. — Temos um desequilíbrio entre receitas e despesas. Ou corta-se despesas ou aumenta-se receita. O que defendemos é o corte de despesas, por isso apontamos a urgência na reforma.

 

Guardia pontua que, além do problema fiscal, o texto de reforma proposto pelo governo de Michel Temer também busca levar mais equidade entre os sistemas público e privado.

— O texto que está no congresso não trata apenas da questão fiscal, também elimina privilégios. Desta forma, a reforma é uma questão de justiça fiscal e social.

 

O ministro criticou um possível fatiamento do texto da reforma da Previdência. Ele pontuou que, caso a aprovação seja feita em etapas, não soluciona definitivamente os problemas pelos quais o Brasil passa.

 

— O fatiamento da reforma não permite resolver os problemas que temos de enfrentar. Precisamos aprovar uma reforma, no meu entendimento, muito semelhante, se não a mesma, que está hoje no Congresso.

 

Aumento de impostos

 

Durante a entrevista, Guardia também falou sobre a carga tributária do país. Ele foi contundente ao dizer que é contra o aumento de impostos para a população, mas indicou que é necessário rever alguns incentivos fiscais já concedidos.

 

— Foram concedidos muitos benefícios fiscais ao longo dos anos, e alguns setores, atualmente, pagam pouco imposto. Deveria ser feita uma avaliação dos custos benefícios desses incentivos dados para que conseguíssemos uma carga tributária mais simples e distribuição mais igualitária.

 

Fonte: O Globo/RJ

 

 

 

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